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terça-feira, 24 de setembro de 2013

O FRASCO DE MAIONESE E CAFÉ






Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes... Lembre-se do frasco de maionese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de Golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.

Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de Golf.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.

Então...o professor pegou outra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".

De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

- QUERO QUE SE DEEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA.
As bolas de Golf são as coisas Importantes:

como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.

São coisas, que mesmo que se perdêssemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.

A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.

'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de Golf.

O mesmo acontece com a vida'.

Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.

Brinque ensinando os seus filhos,

Arranje tempo para ir ao medico,

Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora, Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos

Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...

Ocupe-se sempre das bolas de Golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.

Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...

Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.

O professor sorriu e disse:

"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Zoom...


Zoom… how do you feel about it?

A vida é feita por tantos detalhes que na maior parte do tempo nem percebemos! 
Take some time to look at this illustrations and think for a moment. 
Aquilo que para mim é simples pode ser complexo na visão do outro, bem como o que aos meus olhos me é complexo, aos olhos do outro pode ser simples. Nossa história de vida nos faz ver o mundo de forma única. É preciso aprender a respeitar o fato de que o mesmo acontece com todos os outros seres humanos. Meus alunos não têm o mesmo olhar que eu tenho em sala de aula. A coordenação de uma escola não tem o mesmo olhar do professor. Enquanto a primeira depara-se com a grande imagem, ou seja, com a imagem geral da sala, o professor conhece os detalhes do que acontece em sua classe. Por isso o trabalho do coordenador deve caminhar com o do professor em busca de um só objetivo: o aprendizado de seus alunos. E assim como a relação coordenador/professor necessita do diálogo e do entendimento através de seus diferentes pontos de vista, o professor deve estabelecer a mesma relação com cada aluno, sabendo que de cada um vem de uma realidade distinta, reconhecendo essas diferenças e trabalhando a partir delas na construção do conhecimento.
(As ilustrações deste post são do livro Zoom, de Istvan Banyai)

domingo, 11 de março de 2012

Para refletir!!

Direcione seu olhar
                                            Autor desconhecido
Quando estiver em dificuldade,
e pensar em desistir,
lembre-se dos obstáculos que já superou.
Olhe para trás.
Se tropeçar e cair, levante,
não fique prostrado,
esqueça o passado.
Olhe para frente.
Ao sentir-se orgulhoso
por alguma realização pessoal,
sonde suas motivações.
Olhe para dentro.
Antes que o egoísmo o domine,
enquanto seu coração é sensível
socorra aos que o cercam.
Olhe para os lados.
Na escalada rumo às posições,
no afã de concretizar seus sonhos,
observe se não está pisando em alguém.
Olhe para baixo.
Em todos os momentos da vida,
seja qual for sua atividade,
busque a aprovação de Deus.
Olhe para cima!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pensamento ...

" É um lindo exemplo, pois pude verificá-lo muitas vezes em crianças pequenas abaixo de sete anos, mas também um exemplo que um dos meus amigos matemáticos relatou-me sobre sua própria infância, e ele data sua carreira de matemático a partir dessa experiência. Quando ele tinha quatro ou cinco anos -- não sei exatamente que idade, mas era muito pequeno -- estava sentado no chão do jardim e contava sementes. Para contá-las colocou-as em fileira, contando uma, duas, três, até dez. Ao terminar de contar, começou a contá-las em sentido contrário. Começou pelo fim e ainda uma vez encontrou dez. Achou isso maravilhoso, que houvesse dez em um sentido e dez no outro. Então colocou-as em círculo e contou-as daquele modo e achou dez de novo. Voltou a contá-las em sentido contrário e de novo achou dez. Depois colocou-as em outra disposição, contou-as e achou dez de novo. Essa foi a descoberta que ele fez. Ora, o que verdadeiramente ele descobriu? Ele não descobriu uma propriedade das sementes, descobriu uma propriedade da ação de ordenar. As sementes não possuem ordem. Foi a sua ação que introduziu um ordenamento em fileira ou circular, ou algum outro tipo de ordem. Ele descobriu que a soma era independente da ordem. A ordem era a ação que ele introduzia entre as   sementes. O mesmo princípio aplicava-se a soma. As sementes não possuem soma; eram simplesmente uma pilha. Para fazer uma soma, era necessária uma ação -- a operação de colocá-las juntas e contá-las. Ele descobriu que a soma era independente da ordem, em outras palavras, que a ação de pô-las junto era independente da ação de ordená-las. Descobriu uma propriedade da ação e não de uma propriedade das sementes. "
Piaget, Jean. Development and learning. In: Lavattelly, C. S. & Stendler, F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace Janovich, 1972. p.13.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Inspiração para o ser professor!!


A alegria de ser uma pessoa com dignidade!
Muitos anos atrás, em um sítio afastado da cidade, uma humilde lavradora costumava recolher retalhos de cores variadas e bem vistosas. Quando tinha retalhos suficientes, com a dedicação de quem gosta daquilo que faz, costurava-os um a um com um ponto pequeno, firme e adequado, unindo-os de tal forma que não havia risco de se separarem e de o trabalho se desfazer.
Depois de vários dias e várias semanas costurando retalhos, com suas mãos hábeis e delicadas, ela estendia a peça sobre a cama de casal e sorria diante da obra de sua fé, confiança, auto-estima e dedicação.
Era uma colcha multicolorida que alegrava os olhos de toda a família e que pesava o suficiente para manter-se na cama sem escorregar para o chão. Os retalhos, bem costurados, guardavam calor para o amor dos esposos. Era como um cobertor, que abrigava para oferecer descanso, aquecia para dar energia e fazia adormecer para sonhar.
Perto desse sítio havia uma escola com uma única professora, que tinha a responsabilidade de ensinar todas as disciplinas. Ela não era especializada em nenhumas delas, mas preparava muito bem suas aulas para cumprir com eficiência o seu trabalho.
As pessoas, ao se referirem a ela, diziam que tinham uma mística, uma vocação e um modo estranho de dinamizar a aprendizagem. Em matemática ensinava a honestidade, dizendo que se deve aprender a fazer contas e usar os números para não se enganar e nem enganar a ninguém.
Ensinava a multiplicar serviço, a somar cooperação, a subtrair má-vontade e a dividir lucros e virtudes e entre todos. Associava a matemática com as disciplinas sociais, relacionando as operações ao tempo e ao espaço.
Fazia viagens geográficas pelo mundo e pela história, ressaltando a bondade dos protagonistas. Valorizava não só os inventores, os líderes e os generais, mas também os soldados, os indígenas, os comerciantes e os lavradores.
Ensinava a amar a arte, os artistas, as obras e os artesãos; mostrava a beleza da natureza e a relacionava com a gratidão de Deus.
Unia a vida do universo com a do ser humano e com a de todas as criaturas na área das ciências naturais.
Por meio dos sinônimos, antônimos e conjugações, mostrava a importância da comunicação, quando expressa por palavras elegantes, otimista, delicada, respeitosa e tolerante.
Na área do desenho, deixava voar a imaginação com os símbolos que tivessem significado para a vida, a família, a pátria, a identidade e o sentido de pertencer à mãe terra.
Acreditava na brincadeira e misturava-se aos alunos nos momentos lúdicos que enchiam aprendizagem de alegria e espontaneidade.
Era uma professora que unia os valores a todas as disciplinas. Como a camponesa que tecia os retalhos, essa mestra costurava conhecimentos entre si com um ponto que dava consistência a todos.
Como aquela mulher, ela tecia uma colcha que se transformava em formação integral. Era uma educação única, que entusiasmava os alunos com o dinamismo necessário para manter o interesse do grupo. Entre uma disciplina e outra, a costura conseguia fazer com que a educação servisse para a vida. Nenhuma disciplina era um retalho separado. Unidas, concentravam calor, alegria e otimismo.
Era uma professora que transmitia amor por seu trabalho. Para ela, lecionar era um meio de formação holística. Compreendia que os valores não se ensinam, mas integram-se ao trabalho, são vividos e sentidos.
A ética era uma costura com a qual ela tecia não só conhecimentos, mas também seu próprio trabalho, sendo consequente e dando o melhor de si.
Mais do que a mente, ela atingia o coração dos jovens.

CANO, Betuel.  Ética: Arte de Viver: A alegria de ser uma pessoa com dignidade, volume 1. São Paulo: Paulinas, 2000.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

TUDO O QUE EU REALMENTE PRECISAVA APRENDER EU APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA


Fonte: FULGHUM, Robert. Kansas City Times, EUA, 17.09.1986

A maior parte do que eu realmente precisava saber sobre como viver, o que fazer e como agir, eu aprendi no jardim de infância. O bom senso não faz parte do conteúdo de minha pós-graduação, mas sim, estava sempre presente nas recreações daquela minha primeira escola.
Estes são ensinamentos que aprendi: partilhe tudo e jogue limpo. Não agrida as pessoas, ponha as coisas de volta no lugar de onde tirou, limpe tudo o que você sujou. Não pegue objetos que não são seus, peça desculpas quando magoar alguém, lave as mãos antes das refeições, use a descarga no banheiro.
Bolachas e leite fazem bem. Viva uma vida balanceada, procure aprender algo todos os dias. Pense um pouco, desenhe, cante e dance. E tente descansar depois do almoço.
Quando você sair para a rua, cuide o tráfego, dê as mãos e fique junto. Esteja ciente das maravilhas da natureza. Lembre-se das pequenas sementes nos copos com algodão molhado e que as raízes se fixam e a planta cresce para cima. Ninguém sabe o porquê ou como, mas nós somos iguais as plantas. Recorde-se que todos, peixes, ratos brancos e até mesmo aquelas sementes dos copinhos plásticos, morrem. E nós também. Depois lembre o primeiro livro de leitura com grandes letras. Tudo o que você precisava saber estava lá, em algum lugar. Ou seja, as regras de ouro; amor, obediência, higiene básica, respeitar a natureza e viver de maneira sensata.
Pense como este mundo atual seria melhor se todos tivessem bolachas e leite, se todos pudessem tirar uma sesta. Ou ainda se todas as nações colocassem tudo de volta de onde tiraram e também limpassem a rua. O melhor é dar-nos as mãos e ficarmos juntos.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Quem é Jesus para você?

 

QUEM É JESUS ?

Para o cego, Jesus é luz...

Para o faminto, Jesus é o pão...

Para o sedento, Jesus é a fonte.

Para o morto, Jesus é a vida.

Para o enfermo Jesus é a cura.

Para o prisioneiro, Jesus é a liberdade.

Para o solitário, Jesus é o companheiro. .

Para o mentiroso, Jesus é a Verdade...

Para o viajante, Jesus é o caminho...

Para o visitante, Jesus é a porta...

Para o sábio, Jesus é a sabedoria...

Para a medicina, Jesus é o médico dos médicos...

Para o réu, Jesus é o advogado...

ara o advogado, Jesus é o Juiz. ...

Para o Juiz, Jesus é a justiça...

Para o tristonho , Jesus é a alegria...

Para o leitor, Jesus é a palavra...

Para o pobre, Jesus é o tesouro...

Para o devedor, Jesus é o perdão...

Para o fraco, Jesus é a força...

Para o forte, Jesus é o vigor...

Para o inquilino, Jesus é a morada...

Para o fugitivo, Jesus é o esconderijo. ...

Para a ovelha, Jesus é o bom pastor...

Para o problemático, Jesus é a solução...

Para os magos, Jesus é a estrela do oriente...

Para o mundo, Jesus é o salvador...

Para Judas, Jesus é inocente...

Para os demônios, Jesus é o santo de Deus...

Para Deus, Jesus é o Filho amado.

Para o tempo, Jesus é o relógio de Deus.

Para o relógio, Jesus é a última hora.

Para Israel, Jesus é o Messias.

Para as nações, Jesus é o desejado.

Para a Igreja, Jesus é o noivo amado...

Para o vencedor, Jesus é a coroa...

Para a gramática, Jesus é o verbo....

Desconhecemos o autor do texto

Feliz Natal, Feliz Aniversário Jesus!!


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Arte de Educar - Rubem Alves

A arte de educar


Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu.
O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta.
O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente…
E ficando mais rico interiormente ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação – mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar ou à importância do olhar na educação, em qualquer deles.

A primeira tarefa da educação é ensinar a ver…
É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo…
Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação das sensibilidades… Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver.
Quero ensinar as crianças. Elas ainda têm olhos encantados. Seus olhos são dotados daquela qualidade que, para os gregos, era o início do pensamento… a capacidade de se assombrar diante do banal.
Para as crianças, tudo é espantoso: um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o vôo dos urubus, os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra. Coisas que os eruditos não vêem.

Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas, taxonomias, nomes latinos – mas esqueci. E nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore… ou para o curioso das simetrias das folhas. Parece que naquele tempo as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam.
As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem… O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.
Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo e o mundo aparece refletido dentro da gente.
São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida.
Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança jamais será sábio.

Rubem Alves nasceu em 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, Minas Gerais. Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia, psicanalista, professor, poeta, cronista do cotidiano, contados de histórias e um dos mais admirados e respeitados intelectuais do Brasil. Ama a simplicidade, a ociosidade criativa, a vida, a beleza e a poesia; ama as coisas que dão alegria, a natureza e a reverência pela vida; ama também os mistérios, bem como a educação como fonte de esperança e transformação; ama todas as pessoas, mas em um carinho muito especial pelos alunos e professores; ama Deus,mas tem sérios problemas com o que as pessoas pensam ou dizem a Seu respeito; ama crianças e filósofos – ambos têm algo em comum: fazer perguntas.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A DIFICULDADE DE AGRADAR A TODOS

Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno. 
Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda. 
"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr."
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.
Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: "Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado."
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.
"Já se viu coisa como essa?", resmungou uma mulher usando véu. "Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!
"Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.
Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: "Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?"
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. "Independente do que fazemos", disse, "sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto"

terça-feira, 1 de novembro de 2011

APELO DE QUEM NÃO APRENDE

Se eu aprendo com o outro
onde está o outro que me ensina?
Onde está que não vejo agora
Porque foi bloqueado pelas coisas que me afetam.
Quem dirige quem?
Quem permite o quê?
O que está interditado?
Sin-toma. Toma sim.
Toma as minhas dificuldades
e transforme-as em possibilidades.
Em aprendizagens: vinculares, de valores, assistemáticas e
sistemáticas.
Provoque o meu desejo,
espantando todos os meus medos
Ouça a minha demanda
e contenha o que precisa ser contido, com limites claros.
Direcione minha atenção
para o que é mais importante
neste mundo aberto 24 horas.
O que tentas me ensinar que ainda não posso aprender?
O que me dás que ainda não posso receber?
Onde aconteceu o desencontro dos desejos?
Em qual dimensão? Racional, relacional ou desiderativa?
Corporalmente eu lhe mostrarei.
Não sou anjo barroco (só cabeça e mãos)
Sou pessoa que quer aprender
Com toda integração do meu SER.
Lu Picelli

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A valorização do tudo-sei pela repressão do não-saber.


Por Chafic Jbeili (24/11/2008)

"Tudo que sei, é que nada sei". Com esta afirmativa, Sócrates foi tido como falso-modesto. Suas explicações sobre a vida, o céu e a Terra; e tudo que havia entre estes não condizia com o nada-sei socrático. O sábio filósofo, entretanto, não fazia esta afirmativa em cima do que estava cônscio saber, muito menos sobre um saber natural, mas daquilo que ele sabia não saber.

Quando Sócrates recebeu do oráculo, o título de homem mais sábio de sua época resolveu averiguar se era realmente merecedor deste título. Se ele fez isto por puro narcisismo, por baixa auto-estima ou por mera curiosidade, não importa, a verdade é que, o jovem foi a campo pôr à prova o mérito recebido:

Sócrates arguiu os célebres sofistas, os ecléticos políticos, os eloqüentes poetas e até os habilidosos artesãos. Todos não souberam explicar o que aparentavam dominar, era um domínio artificial ou natural e espontâneo. Foi então que Sócrates chegou à conclusão que, é mais sábio o homem que tem consciência daquilo que não sabe, do que aquele que julga ser sabedor de alguma coisa.

Quantas pessoas não se enaltecem por causa de um dom ou habilidade como se tivessem plena consciência daquilo que fazem sem saber explicar como souberam fazê-lo? Afirmam-se no suposto saber e não admitem estarem equivocados ou ter necessidade de saber mais. Não dão o braço a torcer! Sustentam suas idéias e opiniões até o último momento e depois dizem que o problema está no receptor e não no transmissor ou na própria mensagem.

É na infância que o "não sei" começa ser reprimido pela negligência e impaciência dos pais aos "porquês" dos filhos. Na verdade, não é a curiosidade do filho que incomoda, mas a situação de ter o não-saber parental sendo provocado, revolvido eu diria.

É na escola que esta repressão ganha respaldo científico, pela valorização do "tudo sei". A cultura da prova e da avaliação quantitativa conduz a este pensar pouco construtivista. Aos debilitados, desatentos, desprivilegiados de memória, resta a infame "cola" escolar, semente do plágio acadêmico na universidade que se transformará na árvore da falsidade ideológica.

Quão mal pode fazer ao ego imaturo admitir a própria ignorância, o próprio não-saber? Valorizar o não-saber ao invés de se gabar de um saber natural ou de uma boa memória é uma demonstração de sabedoria e não de incompetência.

Por quê exatamente algumas pessoas temem dizer "eu não sei"? Medo de serem reprovadas nos testes? Ridicularizadas? Rejeitadas? Desrespeitadas? Eu, Chafic, realmente não sei.

É incrível como as pessoas elaboram respostas e manipulam palavras com a habilidade de um orador, político, poeta ou de um artesão na vã tentativa de tentar explicar o inexplicável ou aquilo que não se sabe ou, ao menos, mal consegue admitir não saber. O conselho oriental adverte: "Aquele que não sabe e não sabe que não sabe, ignora-o. Aquele que não sabe e sabe que não sabe, ensina-o. Aquele que sabe e sabe que sabe, siga-o!".

A melhor e mais sábia resposta ante um eventual não-saber é sempre um simples "eu não sei"; não como falsa modéstia, mas como expressão da verdade, naquele momento – E a verdade com amor, é sempre a expressão de respeito para com o outro – Reaprenda dizer "eu não sei"; em respeito ao outro, em respeito a você mesma e, experimente o poder do não-saber!

Como você vai fazer isso? Eu realmente não sei! Simplesmente experimente não ter que demonstrar saber tudo, inclusive o que julga saber.

Chafic Jbeili - www.chafic.com.br
chafic@chafic.com.br
Psicanalista e psicopedagogo
Presidente Sopensar - sopensardf.blogspot.com
Diretor-executivo ABMP/DF - www.abmpdf.com

CRPA-0603-04

domingo, 23 de outubro de 2011

Fala que eu te escuto!!

O poder terapêutico e preventivo de um desabafo!

Chafic Jbeili

Quem já não “engoliu sapo”, ficou com o “ovo atravessado” ou um “nó na garganta”?
Todas estas expressões populares indicam algo que você ouviu, não gostou e na hora não pôde ou não teve como reagir, responder à altura. Bem que queria!
Quando isto acontece, a emoção fica bloqueada e emoções bloqueadas não se dissipam, mas permanecem latentes, vivas dentro de nós como algo indigesto, tal qual um sapo, um ovo atravessado ou mesmo um nó de corda.
Emoções mal elaboradas fazem mal para a mente e afetam o corpo, como é o caso da gastrite, das úlceras, das coceiras, das quedas de cabelos entre outros fenômenos psicossomáticos.
Adquira o hábito do desabafo. Fale de suas mágoas, de suas raivas, de suas indignações ou mesmo escreva, às vezes pode ter o mesmo efeito!
O cerne da cura para as neuroses está no desabafo, que Anna, paciente dos doutores Breuer e Freud denominou “limpeza de chaminé” e “cura pela palavra”. Posteriormente as analogias de Anna ganharam do pai da psicanálise o nome técnico de Catarse.
Não importa o nome: desabafo, cura pela palavra ou catarse. O importante é você falar ou escrever sobre aquilo que te incomoda. Escolha uma pessoa de sua confiança, leigo ou profissional, mas não deixe de falar do que tem te incomodado. Isto alivia as tensões e previne uma série de transtornos psíquicos, físicos e sociais.
Canalize suas energias para atividades que te relaxam e te confortam, tais como a leitura, a escrita ou a produção de algum acessório, artesanato, arte ou iguarias da culinária, por exemplo. O importante é manter a mente focada em algo produtivo e prazeroso.
Outra atividade de extrema importância e efeitos cientificamente comprovados é a oração. Falar com Deus acalma os nervos, restabelece os níveis de cortisol (hormônio do estresse) a patamares saudáveis, liberando endorfinas e aliviando o sistema imunológico.
Angústia acumulada é doença na certa. Põe pra fora o que te incomoda na mente e no coração. Fale com um amigo, com um psicólogo ou com Deus, mas fale. Se possível com os três e fique bem, muito bem!

A genuína força nas mulheres

Chafic Jbeili - www.chafic.com.br

É incrível como as mulheres superam suas dificuldades e desafios de forma mais engendrada, silenciosa, produtiva, eficaz e duradoura do que os homens. E olha que não sou feminista nem machista, sou realista!

Há algum tempo eu ouvi dizer que nenhum homem suportaria vivo a dor de um parto. Esta afirmação me deixou curioso e fui pesquisar um pouco mais sobre a extraordinária força que há nas mulheres. Descobri muitas coisas interessantes que só me deixaram ainda mais fascinado por elas.

Eu já sabia que as mulheres têm mais neurônios do que os homens e talvez isto explique algumas coisas fantásticas no gênero feminino como, por exemplo, sua inteligência social, o sexto sentido, a sensibilidade aflorada e a grandeza humana, muitas vezes tão pouco explorados pelas mais jovens.

Eu li que se o mundo fosse governado por mulheres talvez não houvesse guerra, pois uma mulher não mandaria seus filhos para o campo de batalha e o mundo seria bem melhor para se viver. Elas argumentariam e fechariam grandes acordos, como as líderes mundiais da atualidade têm feito no âmbito governamental, militar, setor privado e ONG’s.

Assisti no Discovery Chanel que um dos maiores Faraós que o Egito conheceu por sua exímia administração de recursos, realização de grandes obras e gestão de pessoas era uma mulher.

Eu assisti um filme de faroeste onde o Xerife visitava uma velha amiga que estava enferma havia alguns meses e ele ficou perplexo ao ver a casa com as plantas mal cuidadas, poeira nos móveis, teias de aranha pelos cantos e tapetes sujos. Então ele soltou uma pérola: “Quando uma mulher adoece, sua casa adoece junto”, demonstrando assim como a salubridade e a manutenção da vida são íntimos ao gênero feminino e quão dependente nós homens somos delas.

Participei de uma tese em Teologia defendendo a importância da mulher para o crescimento da Igreja cristã e do cristianismo de um modo geral. A conclusão foi que se não fosse pelas mulheres da Bíblia tais como Lídia, Marta, Maria mãe de Jesus, Maria Madalena, entre outras tantas que sustentavam e zelavam por Jesus e pelos evangelistas, além de abrirem suas casas para acolher os novos convertidos nos cultos domésticos, dificilmente a Igreja cristã teria atravessado vinte séculos e se tornado uma das maiores religiões do planeta.

A Bíblia diz que na mulher reside o poder de edificar ou destruir o lar quando afirma no livro de Provérbios que “a mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola a destrói com as próprias mãos”.

A história nos conta que as revoluções empreendidas por mulheres sempre foram mais produtivas e proveitosas para toda a humanidade do que as revoluções empreendidas pelos homens, que geralmente acabavam em atrocidades e destruições irreparáveis e grandes prejuízos humanitários e econômicos.

Observando algumas crianças brincando não é difícil perceber que o grupo das meninas está cuidando de seus bebês e preparando o alimento, enquanto os garotos disputam quem tem a espada mais poderosa, o carro mais veloz ou quem cospe mais longe. Quem você pensa ter mais futuro em um Estado democrático de sistema capitalista? Quem tem espírito cooperativo nato como as meninas ou quem tem espírito competitivo e territorial como os meninos? Quem sabe lidar com pessoas e aprendeu administrar conflitos ou quem corre mais e sabe cuspir mais longe? Não tenho medo de afirmar que à mulher pertence o futuro.

Lembrei-me da história de Mary Silver (1946) contada por Bonney Sheperd: Mary foi ameaçada de morte pelo marido alcoólatra e privada de ver seus quatro filhos caso voltasse a entrar na casa onde viveu aterrorizada por aproximadamente oito anos. Seu esposo disse que mataria os filhos um a um em cada tentativa de retorno dela. Mary que equivocadamente se achava fraca e impotente decidiu ir embora apenas com a roupa do corpo para não ver seus filhos mortos. Dotada de habilidades matemáticas tornou-se contadora de uma grande empresa. Tempos depois comprou uma casa e retomou a guarda de seus filhos, tornado-se exemplo para muitas mulheres “mães solteiras” de sua época e símbolo do que seria a mulher moderna: Mais batalhadora e menos dependente.

Se você é mulher e tem um grande problema a administrar, então as estatísticas e a história dizem que você tem tudo para transformar este problema em uma grande oportunidade de vitória, aprendizado e exemplo para si e para outras pessoas, inclusive mulheres.

Um homem para se tornar grande precisa de uma grande mulher ao seu lado, mas uma mulher para se tornar grande só precisa manter a sua fé em Deus e acreditar em si mesma. Lembre-se que há muito se ouve: “Ao lado de um grande homem há sempre uma grande mulher”, nunca o contrário.

Como sou grato às mulheres da minha vida: minha mãe, esposa, filhas, irmã, tias, primas, amigas, professoras, alunas e você leitora de minhas singelas mensagens. Como sou grato a você que tanto me incentiva e me motiva com seu retorno contendo palavras de apreço e valorização de meu trabalho. Como é bom atravessar a madrugada escrevendo algumas verdades sobre você, sabendo que irá ler logo pela manhã quando abrir seu e-mail. Eu sou muito grato a você, pois sua força e sensibilidade me dão ânimo para continuar fazendo o que faço, cada vez melhor.

Se você é mulher e eventualmente duvida de sua força, saiba que uma das mais célebres primeira-dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt, afirmou: “As mulheres são como saquinhos de chá: não se sabe sua força até serem jogadas em água quente”.
Portanto, aproveite a água quente para conhecer e mostrar a sua genuína força, pois superar desafios e dar a volta por cima é o seu natural, acredite!

sábado, 8 de outubro de 2011

Quem é a criança carente?

O termo "criança carente" abrange uma população de crianças que vai desde as crianças em risco até os infratores. Essas crianças podem ser enquadrados entre as crianças com problemas de aprendizagem por razões de ordem social, emocional e mental. A existência de condições miseráveis no ambiente familiar, escolar e social, aliadas à falta de condições mínimas de nutrição e de saúde podem provocar deficiências de ordem mental, emocional e de aprendizagem. Em geral essas crianças são membros de uma família numerosa, de baixa renda onde tanto o pai quanto a mãe trabalham e os filhos ficam em casa sob a guarda do irmão ou
irmã mais velhos ou mesmo numa casa vazia. Uma casa onde não existe água, luz e as paredes  são feitas de tábuas de madeira ou papelão. Por falta de condições econômicas essas crianças já nascem subnutridas e o ambiente onde vivem é bastante pobre em possibilidades necessárias ao desenvolvimento das funções mentais básicas.
O fato de a criança carente ter sido criada num ambiente totalmente deficitário no preparo para a vida acadêmica, aliado à metodologia inadequada da escola e à má preparação do professor, faz com que mesmo os assuntos básicos sejam inacessíveis a esses alunos. A sala de aula não exige criatividade, falta material de apoio e os professores, muitas vezes, desconhecem a problemática desses alunos, não têm formação completa e de qualidade e são mal remunerados.

No caso dos "meninos e meninas de rua" não existe mais o vínculo familiar. A criança reside permanentemente nas ruas. Num estudo realizado na cidade do RJ, cerca de 14,6% do total de crianças do estudo faziam parte dessa categoria. Dessas crianças, 73% são meninos, 80% admitem estar envolvidas com droga e 60% já foram presas. Entretanto, existem ainda dois outros grupos de crianças que podem ser classificados como grupos extremos: um grupo das "crianças em risco",  os que trabalham na rua, vivem com a família, porém a situação econômica da família pode  colocá-los na situação de "meninos ou meninas na rua"; e os "infratores" adolescentes com prática de atos infracionais como o crime ou a contravenção penal.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Contemplem as coisas...


Vocês, que são tão inteligentes,
Saberão distinguir, observar,
A imensa diferença que separa
Estes dois verbos: ver e contemplar?
Ver é ação mecânica dos olhos
Focalizando a vista, é enxergar.
Contemplar, entretanto, é ação da alma
Que se esforça por tudo registrar
Quem apenas enxerga, vê por alto
Não empenhado em observar,
Conhece as coisas só pela metade,
Nunca será capaz de analisar...
Quem, ao contrário, se concentra fundo
Na difícil ação de contemplar
Percebe coisas que aos outros escapam,
Aprende tudo o que a vida ensinar.
Se, por exemplo, quando estou na praia,
Dirijo a vista sem me interessar,
Vejo somente uma extensão de areia
Mas se procuro com honestidade
A paisagem marinha penetrar,
Surge de cada lado um novo encanto,
Enxergo coisas de maravilhar!
Vejo o esplendor do sol sobre as montanhas,
Seu trêmulo reflexo sobre o mar,
Vejo a alva espuma na crista das ondas
E o castelo das nuvens se formar!
Vagamente esfumada na neblina,
A suave curva da serra azulada.
E o revoar pausado e majestoso
Dos corvos lá na abóbada anilada...
adiante uma expansão de mar.
E o verde rendilhado das palmeiras,
Onde a brisa murmura seu segredo,
E a branca vela de um barquinho ao longe,
Que parece um barquinho de brinquedo!
Experimentem contemplar as coisas,
Penetrar-lhe o íntimo sentido,
Exercitar a alma e a inteligência
Em perceber-lhes todo o colorido!
Se assim fizerem, isto eu lhes garanto,
Fontes de encanto brotarão da terra!
E então compreenderão mudos de espanto,
Toda a beleza que esta vida encerra!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Para refletir...

A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. 

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. 

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. 

É uma elegância desobrigada. 

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. 

Nas pessoas que escutam mais do que falam. 

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca. 

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz. 

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. 

É possível detectá-la em pessoas pontuais. 

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. 

É elegante não ficar espaçoso demais. 

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. 

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. 

É elegante retribuir carinho e solidariedade. 

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. 

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. 

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. 

Educação enferruja por falta de uso. 

"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado. 

Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Para Refletir...

A PEDRA…

O distraído nela tropeçou…
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

PENSAMENTOS...

Pitágoras:
"Educai as crianças e não será preciso punir os homens"

Freud:
"O inconscinete da vida psíquica não é outra coisa senão a fase inicial desta vida".

Jung:
"Arte é a expressão mais pura que há para a demonstração do inconsciente de cada um. É a liberdade de expressão, é sensibilidade, criatividade, é vida".

Klein:
"É, antes de mais nada, a sua angústia e a culpabilidade que muitas crianças exprimem ao caírem doentes".

Moreno:
"No Psicodrama, é o corpo e não apenas a alma que se encontra no centro da Terapia".

Nise da Silveira:
"É melhor ser um lobo magro mas solto, que um cachorro gordo na coleira".

De Olivier:
"Antes de chamar seu filho de burro, consulte a Psicopedagogia; antes de desistir de um paciente, tente a Arteterapia."
"Os ignorantes criam ídolos, os inteligentes enaltecem os melhores".

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Educador também tem seus mandamentos!!

Os 10 Mandamentos do Educador

1 - Amar. Amar sobre todas as coisas a criança, os homens, Deus.

2 - Não se irritar em vão; pelo contrário, ter muita paciência.

3 - Guardar o respeito devido à personalidade infantil.

4 - Honrar a virtude: dar sempre à criança o exemplo da Caridade, da Justiça, da Humildade.

5 - Não matar a iniciativa e o entusiasmo infantil.

6 - Guardar uma janela aberta aos ideais elevados e um coração sensível aos afetos puros.

7 - Não se furtar a trabalhos e canseiras.

8 - Não levantar dificuldades à manifestação espontânea dos interesses e das tendências infantis; mas, ao contrário, favorecê-las, para melhor as poder dirigir.

9 - Não desejar fazer tudo em um só dia. A educação é obra de persistência e continuidade. Em educação, gastar tempo é ganhá-lo.

10 - Não cobiçar elogios e honrarias, nem sequer compreensão; mas trabalhar na certeza reconfortante de que educar é contribuir para a felicidade dos homens e dos povos.


Fonte do texto:http://carissimos.blogspot.com/2005/11/contributo-amigo.htm