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quinta-feira, 24 de março de 2011

Wake up, everybody!!

Wake up, everybody! It's 2011!

Vi um filme tão lindo hoje! 
O título original é "Akeelah and the Bee". A HBO traduziu como "prova de fogo"!
Ele conta a história de uma menina de 11 anos, Akeelah, negra e de uma família de classe baixa, que estuda numa escola muito carente e não tem nenhum estímulo pra assistir as aulas devido à falta de desafios para ela, um coach de crianças para o famoso concurso do spelling bee a descobre e a ajuda a vencer todos os seus obstáculos, familiares, psicológicos e sociais para chegar à final nacional desse disputado e popular torneio de soletração nos Estados Unidos.
O mais bonito no filme é justamente essa luta contra os preconceitos, não só raciais, mas principalmente interiores, preconceitos que, as vezes, as pessoas têm contra elas mesmas, pessoas que não acreditam em si mesmas, que cedem à pressão da sociedade e se submetem aos seus rótulos.
Na primeira aula com esse coach, ele faz Akeelah ler a seguinte citação de Marianne Williamson:

“Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We ask ourselves, Who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous? Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you. We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It's not just in some of us; it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others.”
Traduzindo...

"Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos além da medida. É a nossa luz, não nossa escuridão que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: Quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso e fabuloso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Bancar o pequeno não serve ao mundo. Não há iluminação em se encolher para que outras pessoas não se sintam inseguras ao seu redor. Somos todos feitos para brilhar, como fazem as crianças. Nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós.Não é apenas em alguns de nós, está em todos. E quando deixamos nossa luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. Quando nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente liberta os outros. "

Hoje deixo como mensagem a canção Wake Up Everybody, que em 2010 ganhou uma belíssima versão de John Legend com o grupo The Roots.
Composta por Teddy Pendergrass, morto em janeiro de 2010, a música foi lançada em 1975 por sua banda, o Harold Melvin & the Blue Notes, que também perdeu Bernard Wilson no último dia 26 de dezembro.
Esta música compõe a trilha musical desse filme: vale como indicação, não deixem de assisitir, pois o filme é comovente. Abaixo o link para download do filme.

Download – Prova De Fogo-Uma História De Vida

dd29b44b6b Download   Prova De Fogo Uma História De Vida
INFORMAÇÕES DO FILME
Ano de Lançamento: 2007
Gênero: Drama
Duração: 1h46min
Classificação Etaria: 12 Anos

Sinopse: Akeelah tem apenas 11 anos, mas um incrível talento com as palavras. Admirado com esse dom, o diretor de sua escola a inscreve num concurso regional de soletração e faz com que ela seja treinada por um professor com PhD em literatura, Dr. Larabee (Laurence Fishburne). Enfrentando a objeção de sua mãe, o ciúme de sua melhor amiga, as diferenças sociais e as dificuldades no relacionamento com o professor, Akeelah vai passando por todas as etapas do concurso, até ser classificada para a grande prova de fogo de sua vida – a final nacional em Washington.

Letra e tradução da música: Wake Up Everybody
Wake up everybody
No more sleepin' in bed

No more backward thinkin'

Time for thinkin' ahead
The world has changed
So very much
From what it used to be
There is so much hatred
War and poverty, whoa, oh

Wake up, all the teachers

Time to teach a new way

Maybe then they'll listen
To what'cha have to say
'Cause they're the ones who's coming up
And the world is in their hands
When you teach the children

Teach 'em the very best you can

The world won't get no better
If we just let it be
The world won't get no better
We gotta change it, yeah
Just you and me

Wake up, all the doctors
Make the old people well
They're the ones who suffer
And who catch all the hell
But they don't have so very long
Before their Judgment Day
So wont'cha make them happy
Before they pass away?

Wake up, all the builders

Time to build a new land

I know we can do it
If we all lend a hand
The only thing we have to do

Is put it in our minds

Surely things will work out

'Cause they do every time

The world won't get no better
If we just let it be
The world won't get no better
We gotta change it, yeah
Just you and me

It's the God hour
In the morning I wake up
Just for the breath of life I thank my maker
My mom say I come from hustlers and shakers
My mind builded on skyscrapers and acres
You say you'll take us back to where we belong
I try to write a song as sweet as the Psalms
Though I am the type to bear arms and wear my heart on my sleeve
Even when I fell in God I believed
We the days at
Weave through the maze and the season so amazing
Feed them and raise them

Seasons are Asian
Earthquakes, wars and rumours
I want us to get by
But we more than consumers

We more than shooters
We more than looters
Created in his image
So God live through us

And even in this generation livin' through computers
Only love, love, love can reboot us
Come on

Wake up, everybody
Wake up, everybody
Need a little help, y'all
Yes I do, need a little help

Need a little help, y'all

Wake up everybody
Wake up everybody
Wake up everybody
Acorda, pessoal
Chega de ficar enrolando na cama
Chega de ficar pensando na vida
É hora de pensar no futuro
O mundo mudou
Muito
Do que costumava ser
Há tanto ódio
Guerra e pobreza, oh, oh

Acordem, todos os professores
É hora de ensinar de uma nova maneira
Talvez então eles ouvirão
O que vocês têm a dizer
Porque são elas que estão chegando
E o mundo está nas mãos delas
Quando vocês ensinarem as crianças
Ensinem a elas o melhor que puder

O mundo não vai ficar melhor
Se o abandonarmos
O mundo não vai ficar melhor
Nós temos que mudar, é
Só você e eu

Acordem, todos os médicos
Deixem os idosos bem
São eles que sofrem
E que ficam com o inferno
Mas eles não têm muito tempo
Antes do dia do Juízo Final
Então por que você não os deixa felizes
Antes que eles morram?

Acordem, todos os construtores
É hora de construir uma nova terra
Sei que podemos fazer isso
Se todos dermos uma mão
A única coisa que temos que fazer
É colocarmos isso na nossa cabeça
Certamente as coisas vão dar certo
Elas funcionam toda vez

O mundo não vai ficar melhor
Se o abandonarmos
O mundo não vai ficar melhor
Nós temos que mudar, é
Só você e eu

É a hora de Deus
De manhã eu acordo
Só pelo sopro da vida já agradeço ao meu Criador
Mamãe diz que eu vivo do tráfico
Eu só penso em prédios e terras
Você diz que nos levará de volta ao nosso lugar
Tento escrever uma música doce como um salmo
Embora eu seja do tipo que carrega um fardo pesado e
abre o coração
Mesmo quando eu caí, eu acreditei em Deus
Nós somos os dias
Temos que percorrer o labirinto e a estação incrível
Temos que alimentá-las e criá-las
Estações são asiáticas
Terremotos, guerras e fofocas
Quero que a gente se dê bem
Mas nós somos mais do que meros consumidores
Somos mais do que atiradores
Mais do que saqueadores
Criados nessa imagem
Para que Deus viva através de nós
E mesmo nessa geração que só vive por computadores
Só o amor, amor, amor pode nos reiniciar
Vamos lá

Acorda, pessoal
Acorda, pessoal
Preciso de uma ajudinha, aí
Sim, preciso, preciso de uma ajudinha
Aí, pessoal, preciso de uma ajudinha
Acorda, pessoal
Acorda, pessoal
Acorda, pessoal

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Little Ashes - Poucas Cinzas

Little Ashes é um filme que foi lançado no ano de 2008, e busca retratar a história do excepcional pintor Salvador Dali, com todos os seus conflitos e questionamentos a cerca de sua vida pessoal e profissional. Este é mais um entre muitos bons filmes cujo cenário é Madri, no ano de 1922, momento em que a revolução cultural estava em pleno desabrochar. Salvador Dali, interpretado por Robert Pattinson está na Espanha para estudar e pretende ser o melhor em sua opção que é se tornar um grande artista, ele já essa idéia bem definida nesta época com seus dezoito anos, ou seja, em tenra idade.

O filme Little Ashes nos trás um retrato de salvador dali, em sua juventude, com um misto de extrema timidez ao mesmo tempo que tem uma personalidade exibicionista, dois ingredientes que misturados fazer com que este jovem desperte a atenção e o interesse da mais nobre  sociedade daquela época. O foco principal do filme se dá entre um trio masculino, todos talentosos e em busca do seu sucesso profissional, mas em pouco tempo a amizade e os laços se estreitam entre dois destes personagens, fazendo com que o terceiro se sinta excluído, prova de que a vida as vezes nos pede uma resposta dificil, mas é preciso seguir em frente e isto faz com que este personagem acabe por se afastar de seus amigos indo atrás de seus sonhos em terras distantes.


Com o afastamento de um dos amigos do trio, aumenta a suspeita de que os outros dois estejam envolvidos em algo muito maior do que uma simples amizade, que haja entre eles um relacionamento amoroso. Não suportando a pressão exercida pelos conflitos deste relacionamento, que não se sabe se realmente aconteceu ou ficou apenas em desejo, Dali se afasta do amigo, demonstrando diversas Fases da Vida do Homem. E assim dali segue sua vida e com o passar dos anos, o filme Little Ashes vem retratar um reencontro entre Salvador Dali e aquele seu amigo que agora tem uma esposa, mas em um casamento muito conturbado e diferente dos padrões normais da época.

Pouco depois deste reencontro este amigo vem a falecer em uma explosão, e neste momento Dali percebe o tamanho do amor que tinha por este homem, porém já é tarde demais. Eis uma Mensagem de Vida conflitante de um gênio da pintura, que acabou Fazendo do Mundo um Lugar Melhor através de sua arte magnifica. Little Ashes fala da alta sociedade, de valores, de decadência, de preconceitos e especialmente dos conflitos vividos por este homem, que em verdade são conflitos que existem na vida de cada um de nós, ainda que por razões diferentes, portanto não importa o quanto de dinheiro ou poder você tenha, todos vivem dramas pessoais e a vida se dá como resultado de nossas escolhas.

Little Ashes - Assista ao trailler

Little Ashes - from Regent Releasing. Javier Beltrán and Robert Pattinson as Lorca and Dalí.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Filme "A Onda" - O Poder de um professor!!

Preste atenção em como os estudantes se envolvem de diferentes maneiras com a vivência sugerida durante as aulas - a maioria esquece que se trata de uma proposta pedagógica. E como o próprio professor se perde na condução do projeto, embevecido com o domínio que exerce sobre os jovens. Para refletir sobre o uso do poder. (Revista Gestão Escolar nº 8 jun/jul 2010 p.53).

O filme “A onda tem início com o professor de história Burt Ross explicando aos seus alunos a atmosfera da Alemanha, em 1930, a ascensão e o genocídio nazista. Os questionamentos dos alunos levam o professor a realizar uma arriscada experiência pedagógica que consiste em reproduzir na sala de aula alguns clichês do nazismo: usariam o slogan  “Poder, Disciplina e Superioridade”, um símbolo gráfico para representar “A onda”, etc.
O professor Ross se declara o líder do movimento da “onda”, exorta a disciplina e faz valer o poder superior do grupo sobre os indivíduos. Os estudantes o obedecem cegamente. A tímida recusa de um aluno o obriga a conviver com ameaças e exclusão do grupo. A escola inteira é envolvida no fanatismo d’A onda, até que um casal de alunos mais consciente alerta ao professor ter perdido o controle da experiência pedagógica que passou ao domínio da realidade cotidiana da comunidade escolar.
O desfecho do filme é dado pelo professor ao desmascarar a  ideologia totalitária que sustenta o movimento d’A onda , denuncia aos estudantes o sumiço dos sujeitos críticos diante de poder carismático de um líder e do fanatismo por uma causa.
Embora o filme seja uma metáfora de como surgiu o nazi-fascismo e o poder de seus rituais, pode conscientizar os estudantes sobre o poder doutrinário dos movimentos ideológicos políticos ou religiosos. O uso de slogans, palavras de ordem e a adoração a um suposto “grande líder” se repetem na história da humanidade: aconteceu na Alemanha nazista, na Itália fascista, e também no chamado ‘socialismo real’ da União Soviética, principalmente no período stalinista, na China com a “revolução cultural” promovida por Mao Tsé Tung, na Argentina com Perón, etc. Ainda, recentemente, líderes neo-populistas da América Latina, valendo-se de um discurso tosco anti-americano, conseguem enganar uma parte da esquerda resistente a aprender com a história.  
Continua sendo atual o discurso do professor Ross, proferido no final de “A onda”:
“Vocês trocaram sua liberdade pelo luxo de se sentirem superiores. Todos vocês teriam sido bons nazi-fascistas. Certamente iriam vestir uma farda, virar a cabeça e permitir que seus amigos e vizinhos fossem perseguidos e destruídos. O fascismo não é uma coisa que outras pessoas fizeram. Ele está aqui mesmo em todos nós. Vocês perguntam: como que o povo alemão pode ficar impassível enquanto milhares de inocentes seres humanos eram assassinados? Como alegar que não estavam envolvidos. O que faz um povo renegar sua própria história? Pois é assim que a história se repete. Vocês todos vão querer negar o que se passou em “A onda’. Nossa experiência foi um sucesso. Terão ao menos aprendido que somos responsáveis pelos nossos atos. Vocês devem se interrogar: o que fazer em vez de seguir cegamente um líder? E que pelo resto de suas vidas nunca permitirão que a vontade de um grupo usurpe seus direitos individuais. Como é difícil ter que suportar que tudo isso não passou de uma grande vontade e de um sonho”.

Link para baixar o filme:
http://www.megaupload.com/?d=Z9NTTP1C

A Onda (Die Welle) Trailer LEGENDADO

domingo, 9 de janeiro de 2011

Baraka - Documentário ótimo para assistir!!

Baraka – Um mundo além das palavras - (um poema visual)

Por notrombone
Baraka, uma antiga palavra Sufi que pode ser traduzida simplesmente por bênção (blessing), por respirar (breath), por essência da vida, é um poema visual, um filme sobre o mundo e o que há de espiritual e doentio nele, os contrastes das diferentes culturas e as semelhanças que elas têm na sua angústia e esperança na busca por Deus e na sua relação com a natureza.
Filmado em 1992, em 23 países (Argentina, Brasil, Camboja, China, Equador, Egito, França, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Japão, Quênia, Kuweit, Nepal, Polônia, Arábia Saudita, Tanzânia, Tailândia, Turquia e EUA) Baraka pode ser considerado, de certa forma, um documentário experimental, já que não possui narração ou diálogos, apenas imagens, que incluem um vasto registro de rituais religiosos, maravilhas naturais, processos de mecanização e diversos estilos de vida e a música, fundamental para a criação da atmosfera envolvente e mística do filme.
Segundo os críticos, Baraka é um filme que, de modo não-verbal e não-linear, discute o sagrado e o humano; a ordem natural e a entropia; a santidade e o materialismo. Portanto, é um filme dialético, totalmente dependente da percepção e interpretação do espectador. Não importa quem você seja ou onde viva: você também está em Baraka.
É como se Deus resolvesse traçar um paralelo rápido entre as coisas mais diferentes que criou, passando por todo o mundo e se debruçasse sobre a Terra, olhando tanto as coisas boas como as ruins, mas sem julgar nada. Mesmo as guerras são poéticas em Baraka. São parte da vida e, como várias outras coisas mostradas no filme, devem ser repensadas.
A espiritualidade é latente no filme inteiro. De acordo com a Antropologia, o aumento da capacidade cerebral fez com que o homem formulasse questões mais complexas, dentre elas de onde viemos e para onde vamos. A busca pela resposta levou diversas culturas diferentes a admitirem a existência de um ser superior, um Deus. Em Baraka, é como se de repente todas as culturas resolvessem mostrar qual o seu Deus, sendo que o ocidente é responsável por algumas das imagens mais tristes e chocantes do filme. Na sua negação de um Deus primitivo que é objeto de cultos e sacrifícios, o ocidente cultua a mecanização, a ciência, colocando em segundo plano a humanidade, no sentido da compaixão. Esse é o significado da cena dos pintinhos dentro da máquina, o mesmo significado das cenas de guerra: nenhum.
Baraka é um filme sobre a vida, um registro da humanidade que propõe não uma aceitação do que somos, mas a reflexão de que estarmos acostumados com alguma coisa não quer dizer que ela seja correta, assim como algo de outra cultura nos chocar não significa que seja algo ruim ou bárbaro.  É para quem está de saco cheio de filmes com muito efeito especial e pouco conteúdo, e da previsibilidade dos roteiros básicos e rasos do tipo mocinha conhece mocinho, dificuldades os separam, mocinhos sofrem, mas ficam juntos no final.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

COMO ESTRELAS NA TERRA - Você precisa assistir! Maravilhoso





 
Titulo Original: Taare Zameen Par – Every Child is Special
Título Traduzido: Como Estrelas Na Terra-Toda Criança É Especia
Gênero: Drama
Duração: 2h42min
Diretor
: Aamir Khan
Ano de Lançamento: 2007
Uploader e Riper: BabaYaga
Taare Zameen Par – filme da produção de Bollywood – conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma. Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida… e a filosofia do internato é a de disciplinar cavalos selvagens. Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver. O filme é uma obra prima do até então ator e produtor Aamir Khan.
Tamanho: 850 Mb
Resolução: 608 x 272
Frame Rate: 23 Fps
Formato: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Codec do Vídeo: XviD
Codec do Áudio: Mp3
Idioma: Inglês/Hindu
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